30.10.15

Leituras de outubro

Um pressentimento funesto, Agatha Christie
Como disse outras vezes, Agatha é uma escritora que me empolga. Se eu pudesse teria todos os seus livros, mas, quando Hercule Poirot não aparece, fico com a sensação de que o "caso da vez" não será tão bom. E foi exatamente o que aconteceu: em Um pressentimento funesto conheci pela primeira vez o casal Tommy e Tuppence, e pensei que estava lendo uma obra feita por outra pessoa. A investigação, o suspense, as teorias estavam lá, mas de uma maneira bem mediana. Senti uma confusão de personagens e informações mal aproveitadas. A leitura foi sofrida, a conclusão do caso sem graça e só continuei porque, enfim, é Agatha Christie e quero ler o máximo de livros que puder. Mesmo que a qualidade não atinja as expectativas.

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