9.6.09

Dias de Fevereiro

A vida é tão curta e a gente tão insignificante. De uma hora para outra a gente pode sumir ou então esquecer como se vive. Acho que metade da minha vida passei infeliz ou reclamando por estar infeliz. E durante a outra metade, fui feliz por não saber o que eram responsabilidades ou males humanos.

Eu sei que falar sobre a vida é extremamente clichê. Deixo isso para os auto-ajuda-business, ou para loiras esticadas que falam com papagaios. Mas devo admitir que eu gostaria, e muito, de voltar a ter a falta de noção de tempo típica das crianças. Ou voltar a fazer coisas bobas que o estúpido orgulho adulto nos faz esquecer; e que nos traz a vergonha de já ter feito.

E por causa disso, quantas pessoas você não já magoou? Ou quem nunca brigou com o amigo ou o namorado por coisas absolutamente idiotas e depois não quis dar o braço a torcer? Qual o problema de, às vezes, dizer que ama loucamente e que não consegue viver sem? Por quê? É tão patético assim ou seria uma humilhação?

Se for uma humilhação, então me humilharei quantas vezes puder ou precisar. E se é isso o que eu preciso para aprender a viver e ser feliz, então me espere. Só vou pegar meu casaco e já volto.

Um comentário:

  1. Por que será que as coisas que fazíamos quando crianças e que ainda temos vontade de fazer envergonham os adultos? Eu não ligo.
    Sigo a minha vida e sou feliz do meu jeito. O mundo seria melhor se as crianças o governassem.


    PS: Estou gostando muito do seu blog, a cada post gosto mais! ;D

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