14.8.09

O princípio e o fim. Era provável que ela nunca esquecesse aquela noite. E nunca esquecesse os sons e aquele cheiro tão forte e tão doce, uma mistura de baunilha e jasmim, que evaporava no ar e se perdia em seu coração.

Não sei quase nada sobre ela. Mas sempre soube o que vivia em sua mente. E o que jamais saía da sua alma. Porque eu era o que vivia em sua mente e em sua alma.

Não me vanglorio disso, nem me encho de júbilo. Pois jamais pude ser o que ela queria. Pelo menos até agora.

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