Essa semana, num desses programas de variedades que existem em todos os canais, vi uma reportagem sobre mulheres que infartaram. Uma das entrevistadas tinha a minha idade, 23 anos, quando infartou pela primeira vez. Segundo ela, foi uma combinação de sedentarismo, sobrepeso e estresse. Desses problemas, eu só não tenho o sobrepeso, apesar de comer porcarias vorazmente. Mas estresse e sedentarismo são males que me acompanham há muito tempo.
Fiquei pensando nisso, principalmente por ter coincidido com uma das minhas piores semanas. Embora eu goste do que faço, meu trabalho tem umas incertezas que me angustiam. Talvez seja só uma insegurança típica de quem está aprendendo a ganhar experiência, mas fico com a sensação de que nada é suficiente.
Explico. Estava contente por ter meu primeiro contrato de trabalho na área, quando descobri que ainda estava em fase de avaliação. Sei que isso é comum, e comum demais para funcionários de empresas privadas, só que minha querida cabeça (esquecida em 220 volts) imaginou uma porção de loucuras.
Aí bateu aquela ideia chata de que não estou servindo, que não importa o quanto eu mostre que sou capaz e que basta um errinho para me dispensarem. Todo mundo que trabalha comigo também erra - coisa inevitável e completamente humana. Mas sei lá. Tem dias que o desânimo atormenta.
Fiquei pensando nisso, principalmente por ter coincidido com uma das minhas piores semanas. Embora eu goste do que faço, meu trabalho tem umas incertezas que me angustiam. Talvez seja só uma insegurança típica de quem está aprendendo a ganhar experiência, mas fico com a sensação de que nada é suficiente.
Explico. Estava contente por ter meu primeiro contrato de trabalho na área, quando descobri que ainda estava em fase de avaliação. Sei que isso é comum, e comum demais para funcionários de empresas privadas, só que minha querida cabeça (esquecida em 220 volts) imaginou uma porção de loucuras.
Aí bateu aquela ideia chata de que não estou servindo, que não importa o quanto eu mostre que sou capaz e que basta um errinho para me dispensarem. Todo mundo que trabalha comigo também erra - coisa inevitável e completamente humana. Mas sei lá. Tem dias que o desânimo atormenta.
Estou com Dois Patinhos na Lagoa e estresse não me falta, dando conta de trabalho e da metade de uma faculdade de Letras. Mas, isso se chama vida. Sobre o trabalho, até concordo com você. Trabalho igual ao seu talvez alguém faça, e faça até melhor, nós não somos insubstituíveis como diz Augusto Cury. O diferencial está em nós, no nosso comportamento dentro da empresa, nossa marca, nosso sorriso, nossa cordialidade, enfim, o Ser Humano que está além do trabalho desenvolvido. Se preocupe também com isso, vale a pena.
ResponderExcluirEstou te seguindo.
Abraços.
também tenho tido umas sensações iguais a essa suas por coincidência ate escrevi um post falando sobre isso também,tento fazer tudo certo mas sempre acho que não agrado e que sou uma fraude, talvez isso faça parte da vida.. so queria não ser tão paranóica com isso
ResponderExcluirEssa história de estar sendo avaliado sempre nos deixa nervosos, não tem jeito.. No teatro, em um dia das apresentações a gente tem a banca, que é quando somos avaliados pelo diretor da escola e mais 2 professores. É claro que no dia da banca a apresentação é mais nervosa, a gente sempre treme nas bases, hahaha.
ResponderExcluirBoa sorte!
Beijos
Acho que estar sendo avaliada no trabalho deve ser pior do que ser analisada em sala de aula. Porque né, venhamos e convenhamos... Em sala de aula, o professor ainda te dá uma boiada. Mas no trabalho, se acontece um errinho... Confie em você! A paranoia só atrapalha nessas horas ;)
ResponderExcluirBoa sorte!
Beijos.