13.5.17

20 fatos sobre mim

1) Eu tenho medo de dormir sozinha no escuro.

2) Sou formada em jornalismo, mas não exerço a profissão.

3) Sou a filha mais velha.

4) Morro de medo de cachorro.

5) Eu já fui tão magra, mas tão magra, que a mãe de um namorado pensava que eu tinha anorexia.

6) Sou bastante tímida.

7) Diz minha mãe que as pessoas se enganam com o meu jeito meigo, quando na verdade, eu tenho um gênio forte.

8) Tenho crises de enxaqueca – o que me obriga a ter hábitos bem regrados.

9) Passei quase 20 anos usando óculos por causa da miopia.

10) Quando eu era criança, um dos meus passatempos favoritos nas férias era escrever roteiros.

11) Sempre estou lendo algum livro e geralmente carrego um na bolsa quando saio.

12) Assim que entrei na universidade, tentei tirar minha carteira de motorista. Porém, fui tratada com tanta ignorância por uma funcionária do Detran que desisti de fazer novamente a prova.

13) Tenho mania de limpeza.

14) Eu posso ser bem sociável e comunicativa, mas prefiro os momentos em que estou sozinha, curtindo minha própria companhia.

15) Tenho medo de andar de barco, entrar em piscinas e quando entro no mar só fico na parte rasa.

16) Eu gosto de comidas apimentadas.

17) Sou bem mal-humorada quando acordo.

18) Drama é o meu gênero favorito de filme.

19) Quando eu era adolescente, tive uma fase heavy metal e só usava roupas pretas.

20) Sou brasileira, mas às vezes desisto.

9.4.17

Oi, tudo bem?

Janeiro passou devagar, assim como fevereiro antes de o carnaval começar. Então veio março e os dias voaram, sem que eu percebesse. Lembro que no começo de março eu marquei uma consulta, cuja médica só tinha vaga para maio, e achei um absurdo ter que esperar tanto. Agora estamos quase na metade de abril e continuo com a sensação de que estou virando rápido demais as páginas do meu planner. 

Quando me dei conta de que não havia escrito nenhum texto, já estávamos em abril. Sei que periodicidade nunca foi um ponto alto neste blog, mas fiquei um pouco chateada com a minha ausência. Gostaria de dizer que estive fazendo coisas incríveis, conhecendo outros lugares, mas não. Apenas estive tendo dias corridos, dias de apreensão, dias de muita dor após as sessões de osteopatia, dias de muitas leituras, dias em salas de espera, dias de bolo e parabéns, dias divertidos na companhia do meu sobrinho. 

Mas quer saber a coisa mais importante que eu percebi durante essa minha ausência? Quando olho para onde eu estava um ano atrás, sinto que hoje estou muito mais feliz e em paz.

25.2.17

Me desculpe, majestade

Eu gosto do feriado, mas não gosto do carnaval.

Como se não fosse suficiente o país inteiro parar nessa época do ano, as bandinhas de frevo, os desfiles das escolas de samba, as marchinhas, a agitação das pessoas, as notícias no jornal, que não falam de outra de coisa, eu ainda moro perto da concentração de um bloco.

O maior da minha cidade, para ser mais exata. 

Durante os dias de festa, o bairro se transforma numa loucura de gente fantasiada, gente bebendo, gente suja de espuma e com o cabelo descolorido, som de carro estrondando, congestionamento, ruas interditadas, latinhas jogadas no chão, gente fazendo xixi nos muros, nos pneus dos carros, nos portões, ambulantes vendendo água e cerveja pela hora da morte, carrinhos de espetinho soltando fumaça. 

Sem esquecer a inconveniência de que é muito trabalhoso sair de casa de carro. Tem que ser antes ou depois do bloco passar. Além disso, pelas ruas onde o cortejo passa, qualquer carro estacionado recebe multa e é guinchado pela prefeitura.

Juro que apesar de não curtir a folia, esse ano fiquei meio tentada em sair no bloco depois que li umas matérias sobre gente que foi vender sacolé e faturou uma nota. Mas, sendo bem realista, por mais que eu tenha conversado com o meu irmão e a minha cunhada sobre essa possibilidade, isso está mais para ser só uma ideia louca que passou voando na minha cabeça. Não me programei para nada, minha tia está de mudança e lá no fundinho do meu coração, continuo sendo uma pessoa que prefere estar no sossego de casa.

Esperando o bloco passar, o reinado do Rei Momo acabar e a vida voltar ao normal.


22.2.17

O que eu aprendi com Marie Kondo

Faz alguns anos que me interesso por organização e estilos de vida minimalista, mas só depois de passar por duas mudanças em pouco tempo é que comecei a me questionar se eu precisava mesmo de tantas coisas. Aos poucos fui me desfazendo de uma coisinha aqui, outra acolá. Num dia eu limpava uma gaveta, noutro uma caixa esquecida no guarda-roupa.

Em cada grande faxina eu tentava me desapegar de roupas, livros estragados e lembrancinhas de viagens. Até que no final do ano passado eu tive a oportunidade de ler o livro da Marie Kondo e experimentei fazer um destralhe completo. 

A fase de triagem dos livros

Não vou dizer que concordo com tudo o que ela diz (isso de ficar conversando com os objetos e pensando nos sentimentos deles é maluquice!), mas resolvi testar alguns métodos. Um deles foi colocar todas as coisas da mesma categoria no mesmo lugar. Parece uma bobagem por ser algo tão óbvio, mas quando comecei a organizar por tipo/função, percebi que eu tinha muitas coisas espalhadas. O outro foi guardar as coisas que me “traziam alegria” e descartar o resto. 

Como esse conceito da alegria é um pouco perigoso, pois num dia eu posso acordar feliz da vida e no outro com cara de quem comeu limão, pensei em razões mais práticas, como a serventia, para fazer o destralhe. Assim me livrei de manuais de instruções, besteiras de papelaria, livros que usei no trabalho de conclusão de curso, revistas velhas, apostilas antigas de concursos públicos, bijuterias, roupas que nunca usei, roupas que eu não gostava de usar, bolsas que estavam paradas, maquiagens vencidas, livros que nunca li, livros que li e não gostei, livros que gostei, mas que não significavam tanto, sapatos que não faziam mais meu estilo…  



Não sei se é impressão minha, mas parece que o ambiente ficou mais leve, mais fácil de limpar, sabe? Não sinto mais o desânimo de ver tantos livros acumulados para ler um dia. Minhas gavetas só guardam o essencial, em vez de uma porção de papéis e canetas sem uso. Meu guarda-roupa ficou mais bonito com menos cabides pendurados. Além disso, sinto que estou pensando mais quando vou comprar alguma coisa – se preciso mesmo daquilo ou se é uma compra impulsiva.

Independentemente das loucuras que Marie Kondo sugere, da qualidade do livro ou da descrença das pessoas com a real necessidade de se fazer um desapego tão grande, para mim a experiência foi bastante positiva. Tanto que o próximo passo é fazer um destralhe no meu computador.

16.2.17

Semana 3: Coisas pra se fazer no calor

Lavar o banheiro
Ou qualquer outra parte da casa. Ou lavar roupa. Ou lavar o carro. Ou dar banho de chuveiro num bebê. Qualquer atividade doméstica, por mais chata que seja, quando envolve água e molhação ameniza um pouco o calor.

♥ Tomar sorvete
Até a amigdalite e a faringite atacarem… e eu continuar com calor, mas sem poder tomar sorvete.

♥ Banho frio
É verdade que eu tomo banho frio o ano inteiro, incluindo o período de inverno, só que no calor o banho fica mais agradável. Ainda mais nesse verão absurdo!

♥ Fazer nada
Simplesmente deitar numa rede, se jogar no sofá, deitar no chão frio... Fazer nada porque qualquer esforcinho já faz suar.