3.8.10

Xerocadora

A maioria das minhas ideias surgem em horas nada adequadas. Tomando banho, andando de ônibus, lavando pratos. Levo um bom tempo até conseguir parar e despejar aqui as coisas que me incomodam.

Mas hoje, levei um susto. Nunca disse que escrevo mal, nem tampouco que meus textos são esplêndidos. Porém, não imaginava que um dia fosse encontrar um texto meu perdido em um blog e assinado por outra pessoa.

Aprendi com o jornalismo que um texto publicado deixa de ser meu, pois fará parte de uma opinião pública. Mas, plágio é uma sacanagem. Deveriam aprender com os artigos da faculdade e nos creditar utilizando as regras: nome do autor e local de onde tirou a frase ou parágrafo – no caso, texto.

Por segundos resolvi acabar com tudo e deixar que meus escritos mofem nas gavetas. Depois pensei bem e, enquanto forem textos que apenas eu entendo as piadas internas, não vou me descabelar pela genialidade em roubar pensamentos soltos por aí.

No mais, meu livro, querido e bem amado por mim, continuará bem longe das páginas infinitas e convergentes da internet.

4 comentários:

  1. Ser plagiado realmente dói em quem escreve... tão íntimos que vamos ficando de nossos pensamentos criativos...
    Luz nas tuas letras!
    :*

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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Oi, tudo bem? :)